
Na Europa, em pleno século XXI, há um país diferente.
Quando todos apontavam para uma crise, Portugal, pela voz do Primeiro-Ministro e dos Ministros da Economia e das Finanças, diziam que essa crise não iria afectar Portugal. Hoje, dizem que vivemos duras dificuldades e que as coisas ainda vão piorar. Mas com tantas dificuldades, mantêm a decisão de construir obras megalómanas para as quais não tinham feito todos os estudos e depois de várias decisões precipitadas.
O Governo diz-nos, por um lado, que vivemos uma crise difícil e que o Estado não tem dinheiro. Mas, por outro lado, diz aos portugueses que não muda um milímetro na estratégia que vem seguindo. Estratégia que ainda por cima é errada...
Não vou alongar-me sobre o Caso Maddie, que é o grande escândalo e a grande imagem que as famílias estrangeiras têm quando pensam vir passar férias a Portugal. Nem desse caso, nem do Apito Dourado, Apito Final, Caso da Fruta ou seja lá o que for, que desprestigia uma das poucas coisas por que Portugal é reconhecido no Mundo.
No país onde acontece tudo isso, há pessoas que se lembram de disparar seis tiros para um local onde havia estado o Primeiro-Ministro e onde poderia ter continuado a estar. Repito que estamos no século XXI e na Europa.
Pois. Há quem não acredite, mas isso aconteceu em Portugal e é mesmo verdade.
Mas qual é o problema de uma pessoa se lembrar de começar a disparar para um sítio onde havia estado o chefe do Governo do país? Essa foi a questão que o Governo, na voz da Governadora Civil, colocou aos jornalistas e aos portugueses preocupados.
Brincadeiras de mau gosto...
(Ainda estou para acreditar que uma pessoa com responsabilidades no Estado disse uma coisa dessas...e já lá vai uma semana!)...
Está tudo bem! Há alguns anos que várias pessoas andam a brincar aos políticos enquanto outros brincam com a justiça e com a saúde das pessoas. O Sr. Pinto de Sousa esteve sempre a brincar com a malta, ora porque dizia que era engenheiro, ora porque prometia mundos e fundos, ora porque nos dizia que estava a governar!
ResponderEliminarO que fizeram no Algarve foi o exercício de um direito de todos que é o da legítima defesa!
O que é certo é que este país está cheio de brincalhões!